O elenco do Grêmio Novorizontino treinou nesta terça-feira (05/08), na Toca do Tigre 2, preparando-se para o jogo contra a equipe do Volta Redonda. O volante Willian Farias comentou sobre os desafios do returno do Brasileirão B.
O Tigre do Vale mantém o foco e intensifica a preparação para o desafio do fim de semana, diante do Volta Redonda (RJ), no sábado (09), às 20h30, no Estádio Raulino de Oliveira, na cidade do aço.
Na tarde desta terça-feira (5), todo o elenco participou de uma sessão de treinamento físico, técnico e tático no Centro de Treinamento Toca do Tigre 2.
Na segunda-feira, apenas os atletas que atuaram menos de 45 minutos treinaram em campo; os demais fizeram apenas o protocolo de recuperação no Estádio Jorjão.

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Willian Farias, novidade no meio-campo na partida contra o Avaí no domingo, falou sobre o bom momento da equipe. Atualmente, o Tigre é o terceiro colocado com 35 pontos.
“Se mantivermos o desempenho do primeiro turno em pontuação, número de vitórias e sendo a equipe que menos sofreu derrotas, teremos um fator fundamental do nosso lado. Isso pode parecer fácil, mas sabemos das dificuldades, já que normalmente os segundos turnos são mais complicados, com a tabela afunilando.”, analisou Willian Farias.
No Tigre desde 2024, Farias já disputou 58 partidas e explicou como o elenco do Tigre conta com qualidade para suprir as baixas. Por exemplo, recentemente, o meio-campista Marlon sofreu uma lesão no LCA do joelho direito e só retorna aos gramados em 2026.
“Acredito que a diretoria e os donos do clube conquistaram como principal triunfo a formação de um elenco sólido. Temos pessoas e personalidades bem diferentes das que já encontrei no futebol, tanto no aspecto pessoal quanto familiar e de caráter. Perdermos peças importantes, mas a força do grupo manteve a equipe forte e foi justamente para isso que montaram esse elenco”, relatou Farias.
Homenagens aos companheiros
Na foto oficial da equipe antes do jogo contra o Avaí, Willian Farias levou a camisa 28 de Marlon para o pôster, e César Martins levou a camisa do atacante Lucca, que perdeu o pai recentemente.
“Levei a camisa do Marlon porque, para nós jogadores, a lesão que ele sofreu — assim como a do Renato — é a pior possível. Ficar oito ou nove meses fora é muito complicado, tanto fisicamente quanto para a cabeça. Pedi ao César Martins que levasse a camisa do Lucca, que enfrentou uma perda familiar, porque, acima da técnica, do time titular ou reserva, o mais importante para mim é saber que temos pessoas, seres humanos, que pensam e cuidam uns dos outros”, finalizou Farias.