O Mirassol abriu 2026 com um anúncio de peso para o seu meio-campo: o argentino Lucas Mugni, de 33 anos, é o novo reforço do clube para a temporada.
O meio-campista chega com a missão de agregar experiência internacional e qualidade técnica a um elenco que vem de uma campanha histórica no Brasileirão e que terá, pela primeira vez, o desafio de disputar a Copa Libertadores da América.

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Relembre a carreira de Lucas Mugni
Natural da Argentina, Mugni construiu boa parte de sua carreira em clubes tradicionais do país. Revelado pelo Colón, onde despontou ainda jovem como meia de boa visão de jogo e capacidade de articulação, o jogador passou também por Lanús e Newell’s Old Boys, ampliando o repertório em equipes acostumadas a disputar competições de alto nível.
No futebol argentino, consolidou a imagem de armador clássico, capaz de participar da construção desde a base da jogada e de chegar à frente para finalizar.
No Brasil, o novo reforço do Mirassol é um rosto conhecido. Mugni já defendeu Flamengo, Bahia, Sport e Ceará, acumulando experiência em diversos estados do país, sistemas de jogo e pressões regionais. No clube cearense, onde esteve na última temporada, atuou tanto centralizado quanto mais adiantado, variando entre funções de meia armador e de jogador de apoio ao ataque.
A passagem por esses clubes brasileiros fez com que ele se adaptasse bem ao ritmo mais intenso e físico do futebol nacional, algo que tende a facilitar sua inserção no modelo de jogo da equipe do interior paulista.
Além disso, a carreira do meia inclui experiências em outros mercados: Espanha, Chile, Bolívia e Turquia também estiveram em sua trajetória.
Análise sobre o que a contratação pode render
Para o Mirassol, a contratação se encaixa no perfil de reforços que elevam o patamar do elenco sem abrir mão de coerência com o projeto esportivo. Mugni chega em idade ainda competitiva, com 33 anos, e carrega a combinação de experiência, rodagem em grandes centros e conhecimento do futebol brasileiro.
No desenho tático, tende a ser opção importante para qualificar o passe entre linhas, organizar a saída em jogos mais travados e oferecer uma bola parada mais refinada.
A chegada do argentino também sinaliza ao torcedor que o clube está atento à necessidade de encorpar o grupo para uma temporada pesada, que inclui estadual, Série A, Copa do Brasil e Libertadores.
Com um calendário exigente, ter um meia com capacidade de “segurar” o jogo quando necessário, acelerar a transição em contra-ataques e decidir partidas em um passe pode ser exatamente o que o Mirassol precisa para manter o nível apresentado em 2025 e dar o próximo passo em 2026.