O atleta araçatubense Alexandre Tadataka Bronzoni, de apenas 13 anos, fez história ao conquistar seu oitavo título consecutivo de campeão brasileiro de karatê da Confederação Brasileira de Karatê (CBK). Agora ele conquistou o ouro na categoria kata, sub14 (kyu acima), que significa entre as faixas roxa à preta, atualmente ele está na faixa marrom.
Alexandre, que se tornou campeão brasileiro invicto desde quando começou a competir em 2018, soma no currículo também títulos sul-americano e panamericano, e é reconhecido no cenário nacional na categoria que compete.

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Inspiração na família para buscar o 8º título brasileiro
A trajetória de Alexandre começou muito cedo, inspirado pelo irmão mais velho, que também teve passagem vitoriosa pelo karatê e hoje dedica-se aos estudos após conquistar títulos expressivos em torneios continentais. “Ele começou porque acompanhava o irmão nos treinos. Com apenas 4 anos já pediu para praticar, e desde então segue dedicado e diferenciado”, conta a mãe, Angélica Takanashi Bronzoni.
Mesmo tão jovem, Alexandre mostra disciplina singular, treinando sete dias por semana em casa e, duas vezes ao mês, viajando para Ribeirão Preto (SP) para treinos presenciais com seu sensei e mentor, Christian Pontes Tavares, atleta da Seleção Brasileira e referência nacional na modalidade.
Rotina, dedicação e educação
Angélica reforça que, apesar de todas as vitórias, o foco da família segue sendo a formação integral do filho: “Colocamos sempre os estudos em primeiro lugar e deixamos claro que ele pode parar quando quiser, sem pressão. A prática do karatê proporciona disciplina, determinação e coragem não só para os tatames, mas para a vida”, destaca.
A mãe ainda afirma que a preparação para as competições é feita de forma natural para evitar sobrecarga psicológica, respeitando a idade do atleta e seu ritmo pessoal. “Assim ele consegue sentir prazer no esporte e manter o alto nível de desempenho. Quando sobe ao tatame, enfrenta não só os adversários, mas também o desafio de competir diante de todo o ginásio”, ressalta Angélica.